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Resenha Bibliográfica de Monsenhor Luiz Castanho de Almeida   Converter para PDF  Versão para Impressão  Enviar por e-mail 

                      

                    ALUÍSIO DE ALMEIDA


      O historiador ALUÍSIO DE ALMEIDA (Monsenhor Luiz Castanho de Almeida) nasceu em Guareí, Estado de São Paulo, a 6 de novembro de 1904. Filho do Coronel Aníbal Castanho de Almeida e da professora de primeiras letras Dona Ana Cândida Rolim, sendo o primogênito dos cinco filhos do casal.
      Fez o curso primário em sua terra natal. Com apenas 12 anos foi estudar em Botucatu, ingressando no Ginásio Diocesano. Do Ginásio passou para o Seminário Diocesano, onde de 1918 a 1924 desenvolveu os cursos ginasial, Filosofia e Teologia. Em 8 de maio de 1927, por mão de Dom Aguirre, Bispo de Sorocaba, recebeu a ordenação sacerdotal. A 9 de maio deste mesmo ano celebrou a sua primeira missa na Igreja Catedral de Nossa Senhora da Ponte . E de maio de 1927 a janeiro de 1929 exerceu as funções de Secretário do Bispo, residindo junto ao Palácio Episcopal. Ainda em 1929 foi nomeado pároco em Itararé, lá permanecendo até 1930. Foi Coadjutor na Matriz de Nossa Senhora dos Prazeres de Itapetininga nesse mesmo ano de 1930, sendo indicado finalmente indicado para ser o pároco de Guareí, na sua terra natal.
      No ano de 1933 Dom Aguirre o nomeia coadjutor da Catedral de Sorocaba, atendendo também a paróquia do Bom Jesus dos Aflitos, como Secretário da Diocese. A 7 de outubro de 1933 é nomeado o quinto vigário da Matriz do Bom Jesus dos Aflitos, no Além Ponte, bairro onde residiu até o fim de seus dias. Foi reitor do Seminário Diocesano São Carlos de Borromeu, de 1940 a 1944, quando com o agravamento de sua moléstia crônica e incurável, que o perseguia desde a mocidade (inflamação da ponta dos nervos e esclerose em placas), retirou-se para sua casa. O histórico sobrado à rua Ruy Barbosa 84, construído por seu pai. Ali viveu até a sua morte, ocorrida em 28 de fevereiro de 1981.  Afastado por doença, de sua paróquia, celebrava missas em sua própria casa, recebia os inúmeros amigos e escrevia, sempre dando vasão à sua imensa vocação literária que lhe  desabrochara ainda em seus verdes anos.   

 

                                   O Escritor


      Embora em sua humildade o Monsenhor Luiz Castanho de Almeida sempre apregoasse que “acima de tudo sou apenas um sacerdote da Santa Igreja”, isso não impediu que com seus artigos e livros sobre História, Folclore e Religião, a maioria assinados com o pseudônimo de ALUÍSIO DE ALMEIDA, fosse reconhecido e celebrado em todo o território nacional e mesmo no exterior como um dos notáveis vultos da literatura. Por sua obra folclórica importante foi alvo de vários ensaios, um deles publicado até em alemão, assinados por eruditos e especialistas famosos. Do maior folclorista brasileiro Luis Câmara Cascudo, recebeu o cognome de “Mestre Aluísio” e a declaração que os seus livros constituem documentário de inesgotável valimento para a interpretação da mentalidade popular.
      Muito escreveu ele sobre Sorocaba em seus incontáveis artigos na imprensa local e paulistana, abrangendo todos os setores, todos os assuntos.
Começou a colaborar muito cedo em jornais religiosos, em alguns casos usando o pseudônimo Arnobius. Teve os seus trabalhos estampados em destacados periódicos como “O Estado de São Paulo” e o “Correio Paulistano, assim como revistas culturais de renome como as publicações dos Institutos Históricos do Rio de Janeiro e de São Paulo, e “Revista do Arquivo Municipal”, a “Revista Vozes”, etc. Ainda está por se fazer o levantamento de sua vastíssima obra espalhada pela imprensa brasileira. Deixou Aluisio de Almeida 22 livros editados entre História, Biografia, Religião e Ficção, alguns inéditos. Hoje guardados no arquivo, que leva seu nome, funcionando desde 1982 em sua casa. E já celebrada “Casa de Aluísio de Almeida”, um dos centros culturais sorocabanos, sede também do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Sorocaba, alvo de seu constante carinho e fundado em 1954, junto com um grupo de intelectuais amigos.  


Obras publicadas:


GEMA GALGANI – ( Seu 1º livro ) 1930,  Ed. Salesianas – SP


D. LÚCIO - 1938, Ed. Odeon – SP


SOROCABA 1842, 1938,Tip. Cupolo -  SP


LUIZ MATHEUS MAYLASKY, (Visconde de Sapucaí ) Co-autoria de Antonio Francisco Gaspar, 1938, Tip. Cupolo - SP


RAFAEL TOBIAS DE AGUIAR – 1938,  Separata da Revista do Arquivo nº LXXXVI  Departamento de Cultura – SP


A REVOLUÇÃO LIBERAL DE 1842 -  1944, José Olimpio de Editora – RJ


50 CONTOS POPULARES DE SÃO PAULO - 1947, 1ª Ed.Revista dos Tribunais – SP


CONTOS DO POVO BRASILEIRO – 1949,  Ed. Vozes


HISTÓRIA DE SOROCABA  –  2  Volumes – 1951, Gráfica Guarani – Sorocaba - ) O 3º volume foi publicado no jornal FOLHA POPULAR, de Sorocaba, 1954


O SACERDOTE DIOGO ANTONIO FEIJÓ  -  1951, Ed. Vozes


142 HISTÓRIAS BRASILEIRAS COLHIDAS EM SÃO PAULO – 1951, Separata da Revista do Arquivo nº 144 – Prefeitura – SP


VELHAS E NOVAS ANEDOTAS – 1953, Ed. Vozes


SÃO PAULO, FILHO DA IGREJA – 1957, Ed. Vozes


CAMPINA DO MONTE ALEGRE -  (Romance) 1964, Ed. Vozes


HISTÓRIA DE SOROCABA PARA CRIANÇAS  – 1967 – ( Edição mimeografada para o Colégio “Ciências e Letras” Sorocaba ) -  2ª Edição ( Secretaria da Educação e Saúde - Prefeitura Municipal,1980) – 3ª Edição ( IHGGS, 1987)
O TROPEIRISMO E A FEIRA DE SOROCABA – 1966,  Luzes Ed.


HISTÓRIA DE SOROCABA – 1969, Edição do IHGGS


VIDA E MORTE DO TROPEIRO – 1971, Livraria Martins Editora – RJ – 2ª Ed (Martins/Edusp – SP, 1981)


A DIOCESE DE SOROCABA E SEU PRIMEIRO BISPO - 1974, Ed. Salesianas – SP


BRASIL DE NOSSA SENHORA – 1974. Ed. Salesianas – SP


VIDA QUOTIDIANA DA CAPITANIA DE SÃO PAULO -1975, (1722-1822) Ed.Pannartz – SP


GUAREÍ NOSSA TERRA – 1976, Tip. Franciscana de Piracicaba


QUANDO EU ERA CRIANÇA -  (Memórias – Obra Póstuma) 1987, Fund. D. Aguirre


ERA UMA VEZ UM REI ... –  contos populares do sudoeste  paulista – obra póstuma – no prelo



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